Fado Inventado v2

Fado Portugal

April 25th, 2024suno

Lyrics

Nas vielas de Lisboa, onde o fado nasceu, Canta-se a saudade, que o Tejo entendeu. Voz do povo, na noite se perdeu, Num fado sentido, que o coração escolheu. Refrão: Ai, essa dor que canta, em cada verso meu, É alma de Portugal**Portugal**, que nunca adormeceu. Nas cordas da guitarra, o lamento cresceu, Eterna fadista, que nunca esqueceu. Na sombra do castelo, ecoa a melodia, Histórias de um tempo, que o destino unia. Lágrimas de um rio, que a lua bebia, Em cada nota, uma vida, que o fado vestia. Refrão: Ai, essa dor que canta, em cada verso meu, É alma de Portugal**Porugal**, que nunca adormeceu. Nas cordas da guitarra, o lamento cresceu, Eterna fadista, que nunca esqueceu. No silêncio da noite, a voz do fado vive, Nas pedras calçadas, a memória inscreve. Fado, canção do mar, que a saudade descreve, A voz de um povo, que eternamente se atreve. Nas vielas de Lisboa, onde o fado nasceu, Canta-se a saudade, que o Tejo entendeu. Voz do povo, na noite se perdeu, Num fado sentido, que o coração escolheu. Refrão: Ai, essa dor que canta, em cada verso meu, É alma de Portugal**Portugal**, que nunca adormeceu. Nas cordas da guitarra, o lamento cresceu, Eterna fadista, que nunca esqueceu. Na sombra do castelo, ecoa a melodia, Histórias de um tempo, que o destino unia. Lágrimas de um rio, que a lua bebia, Em cada nota, uma vida, que o fado vestia. Refrão: Ai, essa dor que canta, em cada verso meu, É alma de Portugal**Porugal**, que nunca adormeceu. Nas cordas da guitarra, o lamento cresceu, Eterna fadista, que nunca esqueceu. No silêncio da noite, a voz do fado vive, Nas pedras calçadas, a memória inscreve. Fado, canção do mar, que a saudade descreve, A voz de um povo, que eternamente se atreve. Nas vielas de Lisboa, onde o fado nasceu, Canta-se a saudade, que o Tejo entendeu. Voz do povo, na noite se perdeu, Num fado sentido, que o coração escolheu. Refrão: Ai, essa dor que canta, em cada verso meu, É alma de Portugal**Portugal**, que nunca adormeceu. Nas cordas da guitarra, o lamento cresceu, Eterna fadista, que nunca esqueceu. Na sombra do castelo, ecoa a melodia, Histórias de um tempo, que o destino unia. Lágrimas de um rio, que a lua bebia, Em cada nota, uma vida, que o fado vestia. Refrão: Ai, essa dor que canta, em cada verso meu, É alma de Portugal**Porugal**, que nunca adormeceu. Nas cordas da guitarra, o lamento cresceu, Eterna fadista, que nunca esqueceu. No silêncio da noite, a voz do fado vive, Nas pedras calçadas, a memória inscreve. Fado, canção do mar, que a saudade descreve, A voz de um povo, que eternamente se atreve. Na sombra do castelo, ecoa a melodia, Histórias de um tempo, que o destino unia. Lágrimas de um rio, que a lua bebia, Em cada nota, uma vida, que o fado vestia... O fado, O fado ... [guitar Solo]

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