
Brasil decadente
mellow electropop female
April 14th, 2024suno
Lyrics
(Intro) (Chorus) É muita lei, pouca vergonha, um Brasil em chamas Enquanto a corrupção floresce, nossas almas se acanham Famílias perdidas, navegando em mares de enganos Enquanto a elite se enriquece, o povo fica em seus danos (Verse 1) Nadando contra a corrente da era digital Onde a educação é um direito, mas só para alguns é real Analfabetismo funcional, uma chaga social E o poder do povo? Um suspiro, um grito, um sinal (Verse 2) Urubus famintos, devoram nossa nação Quando há fartura, se banquetear, é sua condição. Quando a crise vem, derrubam quem está no topo E o povo, na lama, segue seu doloroso galope
(Chorus) Quem está no fundo do poço, luta por um amanhã Quem está no poço sem fundo, chora sua sina vã Quem come um pão com ovo, busca sobreviver Quem come o ovo sem pão, vê seu sonho fenecer (Verse 3) No teatro da política, a farsa se desdobra Promessas vazias, enquanto a esperança se evapora Os interesses mesquinhos eclipsam a luz E a nação, em meio às trevas, busca sua cruz
(Verse 4) Na terra dos contrastes, onde o rico tem demais E o pobre, em sua luta, escreve seus próprios ais A cada amanhecer, uma nova batalha se inicia Enquanto os privilegiados brindam em sua orgia (Outro) Que a luz da esperança nos guie pelos caminhos incertos Que a voz do povo ecoe, rompendo muros e desertos No sono eterno em verso esplêndido, um sonho renasce A pimenta nos olhos da pátria amada, a dor que não se esquece Um sonho no avião de concreto, que alça voo ao porvir Nossa voz, nossa luta, um Brasil que não cansa de existir. (End)
(Verse 4) Na terra dos contrastes, onde o rico tem demais E o pobre, em sua luta, escreve seus próprios ais A cada amanhecer, uma nova batalha se inicia Enquanto os privilegiados brindam em sua orgia (Outro) Que a luz da esperança nos guie pelos caminhos incertos Que a voz do povo ecoe, rompendo muros e desertos No sono eterno em verso esplêndido, um sonho renasce A pimenta nos olhos da pátria amada, a dor que não se esquece Um sonho no avião de concreto, que alça voo ao porvir Nossa voz, nossa luta, um Brasil que não cansa de existir. (Chorus) É muita lei, pouca vergonha, um Brasil em chamas Enquanto a corrupção floresce, nossas almas se acanham Famílias perdidas, navegando em mares de enganos Enquanto a elite se enriquece, o povo fica em seus danos
(Chorus) Quem está no fundo do poço, luta por um amanhã Quem está no poço sem fundo, chora sua sina vã Quem come um pão com ovo, busca sobreviver Quem come o ovo sem pão, vê seu sonho fenecer. [End]
(Verse 4) Na terra dos contrastes, onde o rico tem demais E o pobre, em sua luta, escreve seus próprios ais A cada amanhecer, uma nova batalha se inicia Enquanto os privilegiados brindam em sua orgia (Outro) Que a luz da esperança nos guie pelos caminhos incertos Que a voz do povo ecoe, rompendo muros e desertos No sono eterno em verso esplêndido, um sonho renasce A pimenta nos olhos da pátria amada, a dor que não se esquece Um sonho no avião de concreto, que alça voo ao porvir Nossa voz, nossa luta, um Brasil que não cansa de existir. (End)
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